As regras legais do inventário definem prazo, via adequada, participação dos herdeiros, documentos, imposto e forma de partilha. Quando a família trata o procedimento como mera transferência de bens, aumenta o risco de pagar guia errada, escolher cartório sem viabilidade ou assinar acordo que depois não se sustenta. O inventário reúne normas de direito sucessório,...Read More
Separar documentos para inventário é a etapa que define se a família conseguirá abrir o procedimento com rapidez ou se ficará presa em exigências de cartório, fórum, Fazenda, banco e registro de imóveis. A lista muda conforme bens, herdeiros, regime de casamento e existência de testamento. O erro comum é procurar documentos apenas quando alguém...Read More
A partilha justa no inventário não significa dividir tudo em partes visualmente idênticas. O objetivo é respeitar meação, ordem de herdeiros, quinhões, dívidas, imposto e valor real dos bens, reduzindo desigualdades práticas que depois viram disputa familiar, exigência cartorial ou ação judicial. Esse cuidado é especialmente importante quando a herança tem imóveis de valores diferentes,...Read More
A gestão do inventário é o trabalho técnico que transforma documentos dispersos, conflitos familiares, imposto e bens em um procedimento capaz de chegar à partilha. O advogado não atua apenas para “assinar” o inventário: ele organiza a rota, identifica riscos, orienta herdeiros e evita que uma escolha errada gere retrabalho no cartório, no Judiciário ou...Read More
Bens sem inventário costumam parecer apenas uma pendência familiar, mas o problema é prático: imóvel não é transferido, conta bancária pode ficar bloqueada, veículo permanece em nome de quem faleceu, aluguel vira fonte de conflito e uma nova morte na família pode criar uma sucessão sobre outra sucessão. A herança se transmite com a abertura...Read More
O cronograma do inventário é a forma mais prática de entender quanto tempo a partilha pode levar. Em vez de perguntar apenas “quantos meses demora”, a família precisa enxergar cada etapa: reunir documentos, definir a via adequada, calcular imposto, resolver exigências, formalizar a partilha e registrar os bens no nome dos herdeiros. Um inventário simples...Read More
Os emolumentos do inventário em cartório dependem principalmente do patrimônio partilhado, da tabela de emolumentos do estado, do ITCMD, dos registros posteriores e dos honorários advocatícios. A escritura pública pode simplificar muito a partilha, mas ela não transforma o procedimento em preço único nem elimina obrigações fiscais e documentais. Por isso, a família precisa olhar...Read More
O custo do inventário não deve ser tratado como um número isolado. Antes de escolher cartório, processo judicial, venda de bens ou acordo entre herdeiros, a família precisa separar imposto, emolumentos, custas, honorários, certidões, avaliações e eventuais despesas bancárias. Essa organização evita que uma conta aparentemente simples vire urgência de caixa no meio do procedimento....Read More
Custos de inventário não devem ser resumidos a uma porcentagem pronta do patrimônio. A conta real junta imposto, escritura ou custas judiciais, honorários advocatícios, certidões, avaliações, registros e eventuais despesas para resolver pendências antes da partilha. Por isso, duas famílias com imóveis de valor parecido podem pagar valores bem diferentes. Um caso consensual, com documentos...Read More
Inventário com testamento não é uma situação para resolver no automático. A existência do testamento muda a primeira checagem do caso: é preciso confirmar se o documento é válido, se já foi aberto e cumprido judicialmente, se há consenso entre os interessados e se todos podem participar da partilha sem proteção especial. A boa notícia...Read More
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.
Comentários